"Os primeiros dias são terríveis. Terríveis testes de auto-controle. Dá vontade de ligar, mandar mensagem, cartão postal, sinal de fumaça. Só pra saber se tá bem, se comeu direitinho e tomou o remédio. Saudade, saudade, saudade. Maldita falta de costume da ausência."
"E você acha que não te procurei? Eu procurei sim, em todos os cantos possíveis. Não achei, não encontrei, não tive notícias. Quem você era, não existe mais. O jeito foi te encontrar no único lugar que ainda restou - dentro de mim."
"A coisa certa sempre foi dita para a pessoa errada."
"Por que você olha tanto pro celular? Existe alguém no mundo, nesse momento, que poderia te ligar agora e te deixar feliz?"
"A pior coisa do mundo é quando alguém faz você se sentir especial, e de repente, te deixa de lado. E aí você tem que agir como se não se importasse."
"Se você estiver ocupada demais para me ligar, eu vou entender. Se você não tiver tempo para me mandar mensagens, eu vou entender. Se você tiver fazendo algo mais importante e não puder me ver, eu vou entender. Se você fingir que não está nem ai pros meus sentimentos e continuar me ignorando, eu vou entender. Se você continuar desperdiçando seu tempo de vida com coisas fúteis, eu vou entender. Mas se eu parar de te procurar, aí é a sua vez de me entender."
"Leio nossas antigas mensagens e fico pensando: Parecia que ia dar certo… Por que não deu?"